sexta-feira, 9 de julho de 2010

Marcas Famosas

Ao longo do último século, a maquiagem pôde contar com importante nomes - e marcas - que não pouparam esforços para melhorar rímeis, sombras, blushes, gloss e outros artifícios indispensáveis. Muito tempo de pesquisas e testes foi gasto para que seu blush preferido adquirisse cor e textura perfeitas, ou para que seu batom tivesse maior tempo de duração e melhor fixação, ou ainda, para que você de pele supersensível pudesse caprichar no make sem se preocupar com possíveis alergias ou o aparecimento de brotoejas bem na véspera daquele evento importante.

Algumas descobertas de marcas e pessoas pioneiras valem a pena ser listadas, para ter uma idéia do longo processo percorrido por cada produto até atingir sua melhor qualidade possível. Além de desenvolver uma indústria bilionária, claro.

Hoje, muitas das marcas estão nas mãos de uma única empresa, como é o caso da L'Oréal, para a qual os itens de make de outras brands têm mais importância que produtos que levam o próprio nome da companhia.

Como maquiagem e cosméticos são difíceis de dissociar - várias vezes são encontrados juntos no mesmo potinho -, muitas das Como maquiagem e cosméticos são difíceis de dissociar - várias vezes são encontrados juntos no mesmo potinho -, muitas das Entre artigos de higiene, cosméticos e maquiagem, o mercado brasileiro movimenta cerca de R$29 bilhões por ano. E não pára de crescer, o aumento de 2008 em relação ao ano anterior foi de uma média de 27,5%. marcas tiveram seu início com hidratantes para o rosto, esmaltes ou mesmo perfumes.



Rimmel

"Beauty on a Budget" ("Beleza Dentro do Orçamento")

Destacar os olhos, contornando-os com cores escuras, é dos rituais de beleza mais antigos que se tem notícia. Porém, depois de um tempo, o kôhl passado ao redor deles não estava mais sozinho e os cílios ganharam atenção. Assim, uma pasta com pigmentação de carvão começava a ser aplicada nas pestanas.

O responsável pela popularização dessa pasta foi o francês Eugène Rimmel que, no início do século XIX, inaugurou ao lado de seu pai a perfumaria House of Rimmel, em Londres.

Visionário que era, viajou pelo mundo em busca de cores e fragrâncias exóticas para o desenvolvimento de uma extensa linha de produtos com foco nos olhos. Daí a origem do nome do produto em algumas línguas. A rigor, a tal pasta de cor escura é denominada máscara de cílios.

Com a morte de Eugène Rimmel em 1887, seu legado ficou para seus dois filhos, que deram seguimento ao trabalho do pai. Porém, o que deu uma guinada na marca foi sua compra por uma agência de publicidade londrina, após a II Guerra Mundial. Isso fez com que a linha de maquiagem tivesse sua cartela de cores aumentada e as embalagens de seus produtos modernizadas, lançando, inclusive, o primeiro recipiente no qual se podia escolher um diversificado conteúdo.

Durante os anos 1970 e 1980, a marca Rimmel foi comprada por diversas empresas, até que, em 1996, foi finalmente comprada pela gigante dos cosméticos francesa Coty. A Rimmel London - nome adotado após seu relançamento em 2001, quando retomou com toda a força sua origem inglesa, usando a imagem
da supermodel Kate Moss - é hoje a marca britânica que mais vende no mundo.



Maybelline

"Maybe she's born with it. Maybe it's Maybelline" ("Talvez ela tenha nascido assim. Talvez seja Maybelline")

Apesar de o rímel já ser popular entre as mulheres, a formulação da máscara para cílios moderna, como pode ser chamada, é mérito de TL Williams. A pedido de sua irmã, que queria algo prático para escurecer os cílios, em 1915, ele criou uma nova mistura tendo vaselina como base. Assim, a Maybelline foi criada, ganhando nome em homenagem à irmã de Williams, Maybel, e à vaseline, nome em inglês da substância.

Surgia, então, o Maybelline Cake Mascara de uso diário com venda inicial somente pelos correios. Após intensa procura por parte da mulherada, o rímel começou a ser vendido também em farmácias.

Nos anos 1930, a linha de produtos da marca se expandiu, ainda com foco no make-up dos olhos, e a Maybelline começou a produzir lápis para a sobrancelha e sombras. Já na década de 1960, começa a liderar as vendas em massa, com seu produto de sucesso, o Ultra Lash Mascara, o primeiro a chegar com o aplicador de rímel dentro do tubo.

Nos anos seguintes, a variedade dos produtos aumentou, com o lançamento de batons, esmaltes e uma linha para o rosto. Em 1971, a Maybelline lançou o rímel que é líder de vendas até hoje, o famoso tubinho rosa do Great Lash.

Em 1983, as pesquisas no campo da maquiagem se aliam às preocupações da época com a saúde e o físico, e então a marca leva ao mercado produtos não comedogênicos e dedicados especialmente a peles oleosas.

Em 1996, a Maybelline é comprada pela L'Oréal - que já reúne várias marcas de prestígio. A partir dos anos 2000, essa brand americana se torna a número um em vendas, primeiro nos Estados Unidos e, em seguida, em todo o mundo, estando presente em 90 países.



Max Factor



No início do século XX, maquiagem de qualidade profissional tornou-se acessível às mulheres do dia-a-dia e o maior culpado foi o polonês acolhido por Hollywood Max Factor. Em 1914, ele ganhou o título de primeiro grande maquiador das telonas, e ainda cunhou o termo make-up, diante do desafio de deixar todas
as atrizes com peles perfeitas para encarar as câmeras.

Foi de Max Factor a idéia de usar cílios postiços, ainda que sutis, nos olhos das estrelas de filmes mudos, como uma maneira de deixá-los ainda mais expressivos. Para ele, o importante mesmo era a elegância, nada de exageros.

Junto com Vivian Leigh, a protagonista de E o Vento Levou...(1939), o pancake ganhou os holofotes. Em 1937, o maquiador já havia testado essa base compacta de cobertura cremosa em filmes de menor destaque, mas foi ao disfarçar as muitas imperfeições da morena - que as lentes não conseguiram esconder - que o produto virou o queridinho de muitas mulheres.

O sucesso das maquiagens foi tanto que Max Factor, além de montar um salão próximo aos estúdios de filmagem, inaugurou uma loja em Los Angeles para que seus produtos pudessem chegar a todas as mulheres.

Com o desenvolvimento do cinema em cores, Max Factor e, após sua morte, seu filho, aprimoraram seus itens, criando o corretivo em 1954 e o make à prova d'água em 1971.

Com o aparecimento de inúmeras marcas, a Max Factor que, até então, era uma empresa familiar, viu suas vendas caírem. E, em 1976, mais nenhum descendente do fundador estava no comando da empresa.

A marca passou a ser controlada pela Revlon e, em 2007, foi vendida para a megaempresa de higiene Proctor&Gamble, por nada menos que 1,5 bilhão de dólares.

Infelizmente, a P&G - que tem entre suas marcas a também poderosa do make Cover Girl - descontinuará a venda dos produtos Max Factor nos Estados Unidos em 2010.



Shiseido



Mocinhas que se empoavam com pó-de-arroz ficaram mais contentes com o progresso alcançado pela marca japonesa Shiseido. Em 1906, essa empresa oriental - que já fazia pesquisas cosméticas e lançava produtos de beleza, como o hidratante Eudermine, desde 1897 - inovou em relação aos pós faciais e, pela primeira vez, o tom do produto se aproximou de um tom natural de pele. Fugindo do branco puríssimo, surgia, então, as tonalidades mais próximas do bege: Kaede e Hana.

O Instituto Shiseido - sim, uma marca completa que investe em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos - inaugura oficialmente sua divisão dedicada à maquiagem em 1916. No ano seguinte, os pós faciais já somavam sete cores: o tradicional branco, amarelo, cor de carne, rosa, peônia, verde e púrpura, que combinavam com a cor do quimono das mulheres, principalmente das gueixas, que jamais abriram mão de manter o rosto bem maquiado.

A marca sempre deu importância às embalagens e às peças publicitárias, apostando no poder de atração de um frasco com bom design. Mas sem nunca deixar de lado seus conteúdos, já que os produtos são tratados e desenvolvidos como se fossem farmacêuticos.

Em 1944, sofrendo efeitos da II Guerra Mundial, o Japão se encontra sem matéria-prima e, diante do desafio, a Shiseido inova novamente e lança batons envolvidos em madeira, ou seja, na forma de lápis.

A partir de 1963, a Shiseido começa a expandir seu mercado e chega inicialmente à Itália. Hoje, além de uma linha completa de cuidados com a pele, a marca tem produtos direcionados a públicos segmentados, como a jovem Pureness e a Maquillage, uma das brands mais vendidas no Oriente.

Cercada de estudos e pesquisas tecnológicas, a Shiseido foi a primeira a utilizar o ácido hialurônico - substância que promete o preenchimento de sulcos da pele - na fórmula de seus cosméticos.



Bourjois

"La rondeur, la couleur et la féminité" ("O redondo, as cores e a feminilidade")

A mais antiga marca francesa em funcionamento surgiu em 1863, em um bairro teatral de Paris. Inspirado nas atrizes da época, Alexander Napoleon Bourjois criou uma linha de maquiagem para ser usada nos palcos.

Em 1890, a Bourjois lança um pó compacto com o nome de Manon Lescot, famosa personagem francesa. Pouco tempo depois, lançou o que seria o principal produto da marca até hoje: o blush em pó que vinha em uma pequena embalagem redonda.
Já no século seguinte, em 1928, chegou aos Estados Unidos já estabelecendo qual seria o seu público-alvo. Seus produtos coloridos com embalagens práticas e alegres logo caíram no gosto das mulheres mais jovens, que buscavam uma variedade de novas nuances.

Na década de 1980, a Bourjois expandiu mundialmente. Ao mesmo tempo, seguindo a tendência da época, lançou uma ampla coleção de sombras bem coloridas. Só mais recentemente que a marca aumentou sua linha de produtos, criando batons, gloss e rímeis.

O make da Bourjois tem sempre um diferencial, seja um aroma de chocolate, seja muito brilho, sejam cores diferentes, sejam embalagens chamativas. Tudo com um apelo bem jovem.



Revlon

"The difference between looking good and looking great" ("A diferença entre estar bem e estar ótima")

Ainda em meio à Grande Depressão americana, mas apostando em uma franca recuperação, em 1932 Charles Revson uniu-se ao químico Charles Lachman, que também emprestou a letra L ao nome da empresa, para fundar a Revlon, com a idéia de criar esmaltes mais duradouros para as unhas.

A marca vingou e, já em 1940, a Revlon contava com uma linha inteira de produtos destinados à manicure. Além disso, seguindo a tendência da época, a dupla também desenvolveu batons que combinavam com as cores dos esmaltes. Já na década de 1950 eram lançadas duas coleções anuais de cores, acompanhando as temporadas de moda.

Nos anos 1960, a Revlon diversificou sua produção de produtos, segmentando sua maquiagem. Havia coleções premium, destinadas a consumidoras mais jovens, e a que seguiu com o próprio nome Revlon, que tornou-se a linha mais barata e popular da companhia.

Na mesma época, lançou a linha chamada Etherea, que compete com a Clinique da Estée Lauder pelo posto de primeira maquiagem hipoalergênica destinada a peles sensíveis.

A Revlon atingiu seu auge com seus anúncios que enalteciam o "American Look", com modelos loiras, lábios perfeitos e bem preenchidos de batom.

Após duas décadas em baixa, a marca se recuperou e lançou um dos maiores sucessos de venda dos anos 1990, o batom Color Stay de longa duração. E, até hoje, se mantém como uma das brands de maior venda pelo mundo.



Elizabeth Arden

"Every woman has the right to be beautiful" ("Toda mulher tem o direito de ser linda")

O primeiro contato de Elizabeth Arden - na verdade, Florence Nightinglae Grahan - com produtos de beleza foi atrás dos balcões de uma loja de cosméticos. Depois, em 1909, abriu seu próprio salão em Nova York, onde também começou a formular e fabricar produtos que levavam seu nome.

Mais tarde, Elizabeth montou salões pela Europa, onde aproveitava para pesquisar novos produtos, retornando para sua terra natal com novidades, como rouges e pós faciais em diferentes cores. Ainda em uma época na qual a maquiagem não era muito bem vista pelas damas da sociedade.

Em 1912, criou também bases com cores que se aproximavam bastante ao tom natural da pele e originou a idéia do "total look", no qual as cores do batom, blush e mesmo do esmalte deveriam ser combinados. Durante a II Guerra Mundial, Elizabeth servia de exemplo e orientava mulheres a se vestir e se maquiar para ir trabalhar fora de casa. Ela ajudou a aumentar a aceitação do make-up, tornando-o em um item necessário ao visual de uma verdadeira lady. Sempre mantendo a preocupação com a saúde da pele, não somente com uma boa aparência.

Entre as décadas de 1930 e 1960, os produtos Elizabeth Arden foram vistos como os melhores e mais exclusivos, já que os preços eram mantidos bem elevados, passando uma imagem de sofisticação.

Além de tornar a maquiagem em um acessório fashion para a elite da época, sua marca passava uma imagem de venda de juventude e beleza, podendo ser alcançada por todas as mulheres.



Estée Lauder

"There are no homely women, only careless ones" ("Não existem mulheres feias, apenas desleixadas")

Estée Lauder também começou sua carreira como vendedora de produtos de beleza e, em 1956, ela começou a fabricar sua própria linha - inicialmente composta apenas de cremes e óleos hidratantes -, ao lado de seu marido, Joseph Lauder. Apenas
dois anos depois, o casal já possuía um balcão próprio em uma grande loja de departamentos de Nova York.

Nos anos seguintes, Estée Lauder esteve presente em todas as grandes lojas dos Estados Unidos, até que, em 1960, inaugurou sua primeira franquia internacional, em Londres.

Como mulher de negócios bem-sucedida, Lauder sabia os poderes do marketing como ninguém. Ela abusou de anúncios e lançou moda ao distribuir amostras grátis de seus produtos, apostando no poder da propaganda boca a boca e na força da fofoca feminina.

A grande revolução vem em 1968, com a criação da Clinique, uma linha de maquiagem totalmente orientada pela dermatologia, antialérgica e livre de qualquer fragrância. Mostrando a preocupação crescente com a saúde da pele e a aparência jovem.

A Clinique segue desenvolvendo produtos para cada necessidade especial dos variados tipos de pele. A preocupação com a qualidade é tanta, que todos os produtos são aprovados após testes rigorosos. Só chegam às prateleiras itens que foram aplicados ao menos 12 vezes em 600 pessoas diferentes e tendo como resultado 0% de reações alérgicas.



Avon

"Ding, dong. Avon calling" ("Ding, dong. Avon chama")

Desde o início a Avon surgiu como uma empresa de cosméticos de venda de porta em porta e, em seguida, por catálogos. Porém, a primeira idéia de seu fundador, David McConnell, era vender livros. Os perfumes, que por fim fizeram mais sucesso que as próprias publicações, eram apenas usados como brindes.

Em 1886 surgia a Califórnia Perfumes Company, que mais tarde, no ano de 1939, ganharia o nome de Avon, em homenagem à cidade natal de Shakespeare. Sua primeira revendedora foi Florence Albee, que logo começou a recrutar outras mulheres para integrar um time que, nos dias atuais, conta com milhões de revendedoras. Vale lembrar que esse incentivo à independência financeira veio antes mesmo do direito feminino ao voto, em 1920.

O primeiro folheto da Avon data de 1896, e nele já apareciam produtos como pó-de-arroz, perfumes e sabonetes. Na década de 1950, o sistema de vendas diretas se expandiu pelo mundo. Hoje, a empresa tem fábricas nos cinco continentes. Porém, sua base de testes de desenvolvimento ainda permanece nos Estados Unidos. No Brasil, seus produtos estão disponíveis desde 1959.

O principal objetivo da Avon é levar produtos de beleza de qualidade, ainda a preços acessíveis, a todas as mulheres. E, entre seus destaques, está a linha antiidade Renew, desenvolvida em 1993.



Lancôme

"International Symbol for Beauty" ("Símbolo Internacional da Beleza")

Lancôme é sinónimo de maquiagem de luxo e, assim sendo, de preços bem salgados. Esse toque de sofisticação sempre foi o objetivo do criador da marca, Armand Petitjean, um francês que foi aprendiz do grande perfumista François Coty, fundador da maior empresa de fragrâncias da atualidade, que leva seu sobrenome.

Em 1935, Armand criou seus primeiros perfumes e, logo no ano seguinte, lançou o hidratante Nutrix, que até hoje figura nas prateleiras das perfumarias.A rosa, uma das paixões do perfumista e símbolo da Lancôme, foi acrescentada ao logo em 1964, mesmo ano no qual a marca foi comprada pela L'Oréal.

A Lancôme chegou ao Brasil somente em 1990, despertando o desejo da mulherada por seus produtos de alta qualidade. Logo essa brand tornou-se a número um em vendas no segmento de luxo por aqui.

A cada temporada, a Lancôme inova com seus rímeis, adorados pelas beauty addictids. Combinando pesquisa e tecnologia, a marca lança produtos que logo se esgotam nas lojas. Foi ela, inclusive, que revolucionou - e foi muito copiada - com o Oscillation, um rimel com aplicador que vibra cerca de sete mil vezes por minuto, facilitando a aplicação.



M.A.C.
"All ages, all races, all sexes" ("Todas as idades, todas as raças, todos os sexos")

Nos últimos tempos, a M.A.C tem sido a queridinha dos fashionistas e envolvidos no mundo da moda. Com apelo irreverente e inúmeros produtos e cores de forte pigmentação, a marca canadense vem conquistando seu espaço e ficando à frente da beleza de muitos desfiles e editoriais.

O maquiador e fotógrafo Frank Toskan uniu-se a Frank Angello, dono de uma rede de cabeleireiros, e juntos fundaram , em 1984, a Make-Up Art Cosmetics. A intenção era suprir a necessidade dos maquiadores profissionais de terem acesso a uma linha bem completa.

À época de seu lançamento, nenhum grande alarde foi feito e, a princípio, era distribuída somente a amigos da dupla. Sua popularidade foi crescendo na propaganda boca a boca, sempre entre pessoas envolvidas no mundo fashion.

Até que, em 1991, a M.A.C ganhou um empurrãozinho de uma diva da música mais que influente: Madonna, que declarou ser fã da marca. Nessa mesma época, a marca inaugurou sua primeira loja americana, em Nova York. A partir daí, os produtos tornaram-se mais acessíveis ao público e, também, sucesso de vendas.

Uma das particularidades da M.A.C é que, mesmo já tendo usado muitas pessoas, digamos, inusitadas como rosto da marca - a rapper Missy Elliot, a colorida Christina Aguilera e mesmo o andrógino Boy George -, ela não investe em publicidade. Como propaganda, usa um time de maquiadores profissionais que trabalha como porta-voz.

Entre suas linhas, a M.A.C ainda mantém uma coleção de produtos profissionais e edições limitadas que se esgotam das prateleiras rapidamente.

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