terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Tipos de saias ( e como usá-las)


Nesse mundo grande da moda, quando uma peça não é inventada, ela é reinventada. Assim, podemos ficar confusos sobre os nomes de cada modelo.
Fiz então esse guia de tipos de saia, com dicas de como usar e quais biotipos são mais favoráveis a elas.

Saia lápis
Talvez um dos modelos mais utilizados, principalmente por quem trabalha com traje social, esse modelo vem ajustado no corpo - se afunilando próximo aos joelhos -, sendo a tradicional nessa mesma altura e com uma fenda discreta atrás, para facilitar os movimentos. Mas atualmente vemos modelos um pouco mais compridos ou mais curtos, com fendas na frente, e com cintura mais alta e mais baixa. A peça realça os quadris, valorizando e criando curvas, então para quem quiser ter mais firmeza, utilize  peças de tecidos mais grossos, como a sarja.
Saia em "A" ou evasê
O modelo leva o nome de em "A", por ter o formato da letra. Ele desce abrindo a partir da cintura, mais ampla na parte de baixo. Ela é ótima para disfarçar o quadril, já que é mais larguinha nessa região.
Saia tulipa
Nesse modelo de saia as pregas ficam na parte do cós, e somem ao longo do comprimento, criando um certo volume a peça. Ideal para quem não tem muito quadril e é magrinha, pois cria volume na parte de baixo. Alie a peça a uma parte de cima mais sequinha.
Saia reta
Esse modelo de saia, como o próprio nome diz, vem reto do quadril até a barra, tendo sua modelagem em forma de tubo e ajustada à cintura por meio de pences. Um ótimo tipo de saia para todos os tipos de corpo. Além de, claro, ser considerada uma peça clássica.
Saia Godê
Modelo de saia que ficou famoso nos anos 50, com o estilo Dior, ela é rodada e com bastante volume, criando um efeito rodado. Ótima para quem não tem muito quadril, e para disfarçar ombros largos. Para quem tem o quadril mais largo, é só tomar cuidado com o modelo dessa saia, optando por um menos rodado, sendo ótimo também para as cheinhas.
Saia Envelope
Esse é aquele modelo em que uma parte de tecido se sobrepõem à outra ao fechar, por meio de botão, laço ou algo do gênero. Muitos de seus modelos são ótimos para disfarçar o quadril também, desde que com o modelo correto. O ideal é usar a saia no tamanho certo, para que não sobre, nem aperte demais, pois nós que determinamos a medida da saia ao fechar. Gosto da ideia da blusa por dentro desse modelo de saia, como nos exemplos abaixo.
Vocês viram quantas formas de usar? De looks mais modernos aos mais clássicos, todos os modelos podem criar looks bem diferenciados. Basta arriscar!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

10 atitudes para ajudar no emagrecimento

Ao mudar alguns hábitos, você adquire um estilo de vida mais saudável


Se você é daquelas pessoas que imaginam que emagrecer é uma simples questão de restrição de calorias está na hora de reavaliar as suas atitudes durante a dieta. Ter um novo pensamento, buscar novas ações e pensar que dieta é um período de mudanças que deve levar a uma alimentação adequada durante toda a vida é uma nova maneira de buscar, além do emagrecimento, uma melhor qualidade de vida.

Siga as dicas abaixo e mude a forma de fazer dieta:

1. Pense a longo prazo
Não importa a quantidade de peso que deseja emagrecer, você deve pensar em uma eliminação de peso gradual. Trabalhe com a perda de meio a um quilo por semana.

2. Tenha atitudes positivas
Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação.

Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes

3. Foco na meta de peso
A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.

4. Fuja do estresse e da ansiedade
Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da alimentação.

5. Assuma a responsabilidade
Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes.

6. Não se dê desculpas
Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias.

7. Se cair, levante
Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas.

8. Prepare-se para experimentar
Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições.

9. Se informe
Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.

10. Siga em frente
Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.

sábado, 10 de julho de 2010

Receitas para clarear os dentes em casa

Quem não quer ter aquele sorriso branquinho. Tratamentos em clinicas podem ser muito caras, mas algumas receitas caseiras podem ser de ajuda:
• Folhas de Goiabeira: Mastigue folhas de goiabeira ou esfregue as folhas diretamente nos dentes. Folhas de sálvia também servem.
• Bicarbonato de sódio: Umedeça o bicarbonato com gotas de água. Com algodão ou com o dedo, esfregue nos dentes a noite, após escová-los. Não lave mais a boca até o dia seguinte.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Marcas Famosas

Ao longo do último século, a maquiagem pôde contar com importante nomes - e marcas - que não pouparam esforços para melhorar rímeis, sombras, blushes, gloss e outros artifícios indispensáveis. Muito tempo de pesquisas e testes foi gasto para que seu blush preferido adquirisse cor e textura perfeitas, ou para que seu batom tivesse maior tempo de duração e melhor fixação, ou ainda, para que você de pele supersensível pudesse caprichar no make sem se preocupar com possíveis alergias ou o aparecimento de brotoejas bem na véspera daquele evento importante.

Algumas descobertas de marcas e pessoas pioneiras valem a pena ser listadas, para ter uma idéia do longo processo percorrido por cada produto até atingir sua melhor qualidade possível. Além de desenvolver uma indústria bilionária, claro.

Hoje, muitas das marcas estão nas mãos de uma única empresa, como é o caso da L'Oréal, para a qual os itens de make de outras brands têm mais importância que produtos que levam o próprio nome da companhia.

Como maquiagem e cosméticos são difíceis de dissociar - várias vezes são encontrados juntos no mesmo potinho -, muitas das Como maquiagem e cosméticos são difíceis de dissociar - várias vezes são encontrados juntos no mesmo potinho -, muitas das Entre artigos de higiene, cosméticos e maquiagem, o mercado brasileiro movimenta cerca de R$29 bilhões por ano. E não pára de crescer, o aumento de 2008 em relação ao ano anterior foi de uma média de 27,5%. marcas tiveram seu início com hidratantes para o rosto, esmaltes ou mesmo perfumes.



Rimmel

"Beauty on a Budget" ("Beleza Dentro do Orçamento")

Destacar os olhos, contornando-os com cores escuras, é dos rituais de beleza mais antigos que se tem notícia. Porém, depois de um tempo, o kôhl passado ao redor deles não estava mais sozinho e os cílios ganharam atenção. Assim, uma pasta com pigmentação de carvão começava a ser aplicada nas pestanas.

O responsável pela popularização dessa pasta foi o francês Eugène Rimmel que, no início do século XIX, inaugurou ao lado de seu pai a perfumaria House of Rimmel, em Londres.

Visionário que era, viajou pelo mundo em busca de cores e fragrâncias exóticas para o desenvolvimento de uma extensa linha de produtos com foco nos olhos. Daí a origem do nome do produto em algumas línguas. A rigor, a tal pasta de cor escura é denominada máscara de cílios.

Com a morte de Eugène Rimmel em 1887, seu legado ficou para seus dois filhos, que deram seguimento ao trabalho do pai. Porém, o que deu uma guinada na marca foi sua compra por uma agência de publicidade londrina, após a II Guerra Mundial. Isso fez com que a linha de maquiagem tivesse sua cartela de cores aumentada e as embalagens de seus produtos modernizadas, lançando, inclusive, o primeiro recipiente no qual se podia escolher um diversificado conteúdo.

Durante os anos 1970 e 1980, a marca Rimmel foi comprada por diversas empresas, até que, em 1996, foi finalmente comprada pela gigante dos cosméticos francesa Coty. A Rimmel London - nome adotado após seu relançamento em 2001, quando retomou com toda a força sua origem inglesa, usando a imagem
da supermodel Kate Moss - é hoje a marca britânica que mais vende no mundo.



Maybelline

"Maybe she's born with it. Maybe it's Maybelline" ("Talvez ela tenha nascido assim. Talvez seja Maybelline")

Apesar de o rímel já ser popular entre as mulheres, a formulação da máscara para cílios moderna, como pode ser chamada, é mérito de TL Williams. A pedido de sua irmã, que queria algo prático para escurecer os cílios, em 1915, ele criou uma nova mistura tendo vaselina como base. Assim, a Maybelline foi criada, ganhando nome em homenagem à irmã de Williams, Maybel, e à vaseline, nome em inglês da substância.

Surgia, então, o Maybelline Cake Mascara de uso diário com venda inicial somente pelos correios. Após intensa procura por parte da mulherada, o rímel começou a ser vendido também em farmácias.

Nos anos 1930, a linha de produtos da marca se expandiu, ainda com foco no make-up dos olhos, e a Maybelline começou a produzir lápis para a sobrancelha e sombras. Já na década de 1960, começa a liderar as vendas em massa, com seu produto de sucesso, o Ultra Lash Mascara, o primeiro a chegar com o aplicador de rímel dentro do tubo.

Nos anos seguintes, a variedade dos produtos aumentou, com o lançamento de batons, esmaltes e uma linha para o rosto. Em 1971, a Maybelline lançou o rímel que é líder de vendas até hoje, o famoso tubinho rosa do Great Lash.

Em 1983, as pesquisas no campo da maquiagem se aliam às preocupações da época com a saúde e o físico, e então a marca leva ao mercado produtos não comedogênicos e dedicados especialmente a peles oleosas.

Em 1996, a Maybelline é comprada pela L'Oréal - que já reúne várias marcas de prestígio. A partir dos anos 2000, essa brand americana se torna a número um em vendas, primeiro nos Estados Unidos e, em seguida, em todo o mundo, estando presente em 90 países.



Max Factor



No início do século XX, maquiagem de qualidade profissional tornou-se acessível às mulheres do dia-a-dia e o maior culpado foi o polonês acolhido por Hollywood Max Factor. Em 1914, ele ganhou o título de primeiro grande maquiador das telonas, e ainda cunhou o termo make-up, diante do desafio de deixar todas
as atrizes com peles perfeitas para encarar as câmeras.

Foi de Max Factor a idéia de usar cílios postiços, ainda que sutis, nos olhos das estrelas de filmes mudos, como uma maneira de deixá-los ainda mais expressivos. Para ele, o importante mesmo era a elegância, nada de exageros.

Junto com Vivian Leigh, a protagonista de E o Vento Levou...(1939), o pancake ganhou os holofotes. Em 1937, o maquiador já havia testado essa base compacta de cobertura cremosa em filmes de menor destaque, mas foi ao disfarçar as muitas imperfeições da morena - que as lentes não conseguiram esconder - que o produto virou o queridinho de muitas mulheres.

O sucesso das maquiagens foi tanto que Max Factor, além de montar um salão próximo aos estúdios de filmagem, inaugurou uma loja em Los Angeles para que seus produtos pudessem chegar a todas as mulheres.

Com o desenvolvimento do cinema em cores, Max Factor e, após sua morte, seu filho, aprimoraram seus itens, criando o corretivo em 1954 e o make à prova d'água em 1971.

Com o aparecimento de inúmeras marcas, a Max Factor que, até então, era uma empresa familiar, viu suas vendas caírem. E, em 1976, mais nenhum descendente do fundador estava no comando da empresa.

A marca passou a ser controlada pela Revlon e, em 2007, foi vendida para a megaempresa de higiene Proctor&Gamble, por nada menos que 1,5 bilhão de dólares.

Infelizmente, a P&G - que tem entre suas marcas a também poderosa do make Cover Girl - descontinuará a venda dos produtos Max Factor nos Estados Unidos em 2010.



Shiseido



Mocinhas que se empoavam com pó-de-arroz ficaram mais contentes com o progresso alcançado pela marca japonesa Shiseido. Em 1906, essa empresa oriental - que já fazia pesquisas cosméticas e lançava produtos de beleza, como o hidratante Eudermine, desde 1897 - inovou em relação aos pós faciais e, pela primeira vez, o tom do produto se aproximou de um tom natural de pele. Fugindo do branco puríssimo, surgia, então, as tonalidades mais próximas do bege: Kaede e Hana.

O Instituto Shiseido - sim, uma marca completa que investe em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos - inaugura oficialmente sua divisão dedicada à maquiagem em 1916. No ano seguinte, os pós faciais já somavam sete cores: o tradicional branco, amarelo, cor de carne, rosa, peônia, verde e púrpura, que combinavam com a cor do quimono das mulheres, principalmente das gueixas, que jamais abriram mão de manter o rosto bem maquiado.

A marca sempre deu importância às embalagens e às peças publicitárias, apostando no poder de atração de um frasco com bom design. Mas sem nunca deixar de lado seus conteúdos, já que os produtos são tratados e desenvolvidos como se fossem farmacêuticos.

Em 1944, sofrendo efeitos da II Guerra Mundial, o Japão se encontra sem matéria-prima e, diante do desafio, a Shiseido inova novamente e lança batons envolvidos em madeira, ou seja, na forma de lápis.

A partir de 1963, a Shiseido começa a expandir seu mercado e chega inicialmente à Itália. Hoje, além de uma linha completa de cuidados com a pele, a marca tem produtos direcionados a públicos segmentados, como a jovem Pureness e a Maquillage, uma das brands mais vendidas no Oriente.

Cercada de estudos e pesquisas tecnológicas, a Shiseido foi a primeira a utilizar o ácido hialurônico - substância que promete o preenchimento de sulcos da pele - na fórmula de seus cosméticos.



Bourjois

"La rondeur, la couleur et la féminité" ("O redondo, as cores e a feminilidade")

A mais antiga marca francesa em funcionamento surgiu em 1863, em um bairro teatral de Paris. Inspirado nas atrizes da época, Alexander Napoleon Bourjois criou uma linha de maquiagem para ser usada nos palcos.

Em 1890, a Bourjois lança um pó compacto com o nome de Manon Lescot, famosa personagem francesa. Pouco tempo depois, lançou o que seria o principal produto da marca até hoje: o blush em pó que vinha em uma pequena embalagem redonda.
Já no século seguinte, em 1928, chegou aos Estados Unidos já estabelecendo qual seria o seu público-alvo. Seus produtos coloridos com embalagens práticas e alegres logo caíram no gosto das mulheres mais jovens, que buscavam uma variedade de novas nuances.

Na década de 1980, a Bourjois expandiu mundialmente. Ao mesmo tempo, seguindo a tendência da época, lançou uma ampla coleção de sombras bem coloridas. Só mais recentemente que a marca aumentou sua linha de produtos, criando batons, gloss e rímeis.

O make da Bourjois tem sempre um diferencial, seja um aroma de chocolate, seja muito brilho, sejam cores diferentes, sejam embalagens chamativas. Tudo com um apelo bem jovem.



Revlon

"The difference between looking good and looking great" ("A diferença entre estar bem e estar ótima")

Ainda em meio à Grande Depressão americana, mas apostando em uma franca recuperação, em 1932 Charles Revson uniu-se ao químico Charles Lachman, que também emprestou a letra L ao nome da empresa, para fundar a Revlon, com a idéia de criar esmaltes mais duradouros para as unhas.

A marca vingou e, já em 1940, a Revlon contava com uma linha inteira de produtos destinados à manicure. Além disso, seguindo a tendência da época, a dupla também desenvolveu batons que combinavam com as cores dos esmaltes. Já na década de 1950 eram lançadas duas coleções anuais de cores, acompanhando as temporadas de moda.

Nos anos 1960, a Revlon diversificou sua produção de produtos, segmentando sua maquiagem. Havia coleções premium, destinadas a consumidoras mais jovens, e a que seguiu com o próprio nome Revlon, que tornou-se a linha mais barata e popular da companhia.

Na mesma época, lançou a linha chamada Etherea, que compete com a Clinique da Estée Lauder pelo posto de primeira maquiagem hipoalergênica destinada a peles sensíveis.

A Revlon atingiu seu auge com seus anúncios que enalteciam o "American Look", com modelos loiras, lábios perfeitos e bem preenchidos de batom.

Após duas décadas em baixa, a marca se recuperou e lançou um dos maiores sucessos de venda dos anos 1990, o batom Color Stay de longa duração. E, até hoje, se mantém como uma das brands de maior venda pelo mundo.



Elizabeth Arden

"Every woman has the right to be beautiful" ("Toda mulher tem o direito de ser linda")

O primeiro contato de Elizabeth Arden - na verdade, Florence Nightinglae Grahan - com produtos de beleza foi atrás dos balcões de uma loja de cosméticos. Depois, em 1909, abriu seu próprio salão em Nova York, onde também começou a formular e fabricar produtos que levavam seu nome.

Mais tarde, Elizabeth montou salões pela Europa, onde aproveitava para pesquisar novos produtos, retornando para sua terra natal com novidades, como rouges e pós faciais em diferentes cores. Ainda em uma época na qual a maquiagem não era muito bem vista pelas damas da sociedade.

Em 1912, criou também bases com cores que se aproximavam bastante ao tom natural da pele e originou a idéia do "total look", no qual as cores do batom, blush e mesmo do esmalte deveriam ser combinados. Durante a II Guerra Mundial, Elizabeth servia de exemplo e orientava mulheres a se vestir e se maquiar para ir trabalhar fora de casa. Ela ajudou a aumentar a aceitação do make-up, tornando-o em um item necessário ao visual de uma verdadeira lady. Sempre mantendo a preocupação com a saúde da pele, não somente com uma boa aparência.

Entre as décadas de 1930 e 1960, os produtos Elizabeth Arden foram vistos como os melhores e mais exclusivos, já que os preços eram mantidos bem elevados, passando uma imagem de sofisticação.

Além de tornar a maquiagem em um acessório fashion para a elite da época, sua marca passava uma imagem de venda de juventude e beleza, podendo ser alcançada por todas as mulheres.



Estée Lauder

"There are no homely women, only careless ones" ("Não existem mulheres feias, apenas desleixadas")

Estée Lauder também começou sua carreira como vendedora de produtos de beleza e, em 1956, ela começou a fabricar sua própria linha - inicialmente composta apenas de cremes e óleos hidratantes -, ao lado de seu marido, Joseph Lauder. Apenas
dois anos depois, o casal já possuía um balcão próprio em uma grande loja de departamentos de Nova York.

Nos anos seguintes, Estée Lauder esteve presente em todas as grandes lojas dos Estados Unidos, até que, em 1960, inaugurou sua primeira franquia internacional, em Londres.

Como mulher de negócios bem-sucedida, Lauder sabia os poderes do marketing como ninguém. Ela abusou de anúncios e lançou moda ao distribuir amostras grátis de seus produtos, apostando no poder da propaganda boca a boca e na força da fofoca feminina.

A grande revolução vem em 1968, com a criação da Clinique, uma linha de maquiagem totalmente orientada pela dermatologia, antialérgica e livre de qualquer fragrância. Mostrando a preocupação crescente com a saúde da pele e a aparência jovem.

A Clinique segue desenvolvendo produtos para cada necessidade especial dos variados tipos de pele. A preocupação com a qualidade é tanta, que todos os produtos são aprovados após testes rigorosos. Só chegam às prateleiras itens que foram aplicados ao menos 12 vezes em 600 pessoas diferentes e tendo como resultado 0% de reações alérgicas.



Avon

"Ding, dong. Avon calling" ("Ding, dong. Avon chama")

Desde o início a Avon surgiu como uma empresa de cosméticos de venda de porta em porta e, em seguida, por catálogos. Porém, a primeira idéia de seu fundador, David McConnell, era vender livros. Os perfumes, que por fim fizeram mais sucesso que as próprias publicações, eram apenas usados como brindes.

Em 1886 surgia a Califórnia Perfumes Company, que mais tarde, no ano de 1939, ganharia o nome de Avon, em homenagem à cidade natal de Shakespeare. Sua primeira revendedora foi Florence Albee, que logo começou a recrutar outras mulheres para integrar um time que, nos dias atuais, conta com milhões de revendedoras. Vale lembrar que esse incentivo à independência financeira veio antes mesmo do direito feminino ao voto, em 1920.

O primeiro folheto da Avon data de 1896, e nele já apareciam produtos como pó-de-arroz, perfumes e sabonetes. Na década de 1950, o sistema de vendas diretas se expandiu pelo mundo. Hoje, a empresa tem fábricas nos cinco continentes. Porém, sua base de testes de desenvolvimento ainda permanece nos Estados Unidos. No Brasil, seus produtos estão disponíveis desde 1959.

O principal objetivo da Avon é levar produtos de beleza de qualidade, ainda a preços acessíveis, a todas as mulheres. E, entre seus destaques, está a linha antiidade Renew, desenvolvida em 1993.



Lancôme

"International Symbol for Beauty" ("Símbolo Internacional da Beleza")

Lancôme é sinónimo de maquiagem de luxo e, assim sendo, de preços bem salgados. Esse toque de sofisticação sempre foi o objetivo do criador da marca, Armand Petitjean, um francês que foi aprendiz do grande perfumista François Coty, fundador da maior empresa de fragrâncias da atualidade, que leva seu sobrenome.

Em 1935, Armand criou seus primeiros perfumes e, logo no ano seguinte, lançou o hidratante Nutrix, que até hoje figura nas prateleiras das perfumarias.A rosa, uma das paixões do perfumista e símbolo da Lancôme, foi acrescentada ao logo em 1964, mesmo ano no qual a marca foi comprada pela L'Oréal.

A Lancôme chegou ao Brasil somente em 1990, despertando o desejo da mulherada por seus produtos de alta qualidade. Logo essa brand tornou-se a número um em vendas no segmento de luxo por aqui.

A cada temporada, a Lancôme inova com seus rímeis, adorados pelas beauty addictids. Combinando pesquisa e tecnologia, a marca lança produtos que logo se esgotam nas lojas. Foi ela, inclusive, que revolucionou - e foi muito copiada - com o Oscillation, um rimel com aplicador que vibra cerca de sete mil vezes por minuto, facilitando a aplicação.



M.A.C.
"All ages, all races, all sexes" ("Todas as idades, todas as raças, todos os sexos")

Nos últimos tempos, a M.A.C tem sido a queridinha dos fashionistas e envolvidos no mundo da moda. Com apelo irreverente e inúmeros produtos e cores de forte pigmentação, a marca canadense vem conquistando seu espaço e ficando à frente da beleza de muitos desfiles e editoriais.

O maquiador e fotógrafo Frank Toskan uniu-se a Frank Angello, dono de uma rede de cabeleireiros, e juntos fundaram , em 1984, a Make-Up Art Cosmetics. A intenção era suprir a necessidade dos maquiadores profissionais de terem acesso a uma linha bem completa.

À época de seu lançamento, nenhum grande alarde foi feito e, a princípio, era distribuída somente a amigos da dupla. Sua popularidade foi crescendo na propaganda boca a boca, sempre entre pessoas envolvidas no mundo fashion.

Até que, em 1991, a M.A.C ganhou um empurrãozinho de uma diva da música mais que influente: Madonna, que declarou ser fã da marca. Nessa mesma época, a marca inaugurou sua primeira loja americana, em Nova York. A partir daí, os produtos tornaram-se mais acessíveis ao público e, também, sucesso de vendas.

Uma das particularidades da M.A.C é que, mesmo já tendo usado muitas pessoas, digamos, inusitadas como rosto da marca - a rapper Missy Elliot, a colorida Christina Aguilera e mesmo o andrógino Boy George -, ela não investe em publicidade. Como propaganda, usa um time de maquiadores profissionais que trabalha como porta-voz.

Entre suas linhas, a M.A.C ainda mantém uma coleção de produtos profissionais e edições limitadas que se esgotam das prateleiras rapidamente.



MAX FACTOR

Toda mulher que utiliza maquiagem deveria agradecer e muito à um senhor de nome MAX FACTOR. Se hoje existe inúmeras possibilidade de maquiagem, boa parte delas foi criada e desenvolvida pela marca em questão. MAX FACTOR é hoje em dia sinônimo de beleza e sofisticação para milhares de mulheres no mundo inteiro. Gloss, batons, pó, delineador, corretivo e outros itens que fazem qualquer mulher realçar sua beleza, fazem parte da enorme linha de produtos de uma marca que é considerada por muitos como a inventora de tudo isso.





A história

A história da marca começou quando no dia 2 de janeiro de 1909 um senhor de nome Maximilian Faktorowicz, maquiador de origem polonesa, que começou sua carreira maquiando os integrantes do Royal Ballet na Rússia, inaugurou uma pequena loja no centro teatral na cidade de Los Angeles na Califórnia. Max Factor, nome em inglês adotado por ele durante sua imigração para o país, não somente vendia suas próprias criações, como servia de distribuidor de duas famosas marcas de cosméticos, Leichner (marca alemã de maquiagem em bastão) e Miner. No ano de 1914 criou a primeira maquiagem especificamente para personagens de filmes, uma espécie de graxa cosmética em forma de creme com 12 tipos de graduações de cores. Esta maquiagem foi utilizada pela primeira vez pelo ator Henry B. Walthall.
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Max também superou o persistente problema do derretimento da pomada labial sob as luzes quentes dos estúdios pressionando firmemente dois polegares no lábio superior da atriz e depois um polegar no lábio inferior, assim criando o sensacional novo visual dos lábios “picados por abelha”. Para Joan Crawford ele criou “the smear” (a gosma). Ele fez história ajudando a forjar a imagem de belas atrizes. Em outras palavras: ele criou as divas. Elas apareciam lindas nos filmes, e todas as mulheres comuns queriam copiar os truques que as faziam parecer tão perfeitas. Foi então, que na década de 20, a marca, atendendo aos apelos gerais da maioria das mulheres, lançou no mercado sua primeira linha de maquiagem para o público em geral. As campanhas de divulgação clamavam que qualquer mulher normal poderia ficar tão bela como uma artista de cinema ao usar sua linha de produtos. Parecia não haver limite para os trabalhos que Hollywood podia impor a esse diminuto Hércules.
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Cada avanço técnico na arte cinematográfica representava um novo problema de maquiagem. Em 1928 as empresas cinematográficas começaram a utilizar o filme Pancromático e mais uma vez Max Factor foi muito importante. Criou a maquiagem pancromática para resolver problemas de sombras e brilhos que o novo filme criava nas peles dos atores. A criação deste tipo de maquiagem para filmes em preto e branco foi tão importante que o Senhor Max Factor ganhou um Oscar por sua inovação. Nesta época a marca vivia seus dias de glória, enquanto as estrelas davam seu apoio a produtos MAX FACTOR por apenas US$ 1, as vendas cresciam a cada mês. Em 1930 a empresa introduziu no mercado o lápis de boca (conhecido como Lip Gloss). Dois anos mais tarde ingressou no segmento televisivo, criando maquiagens específicas para este tipo de mídia; e, em 1934 o esmalte líquido.

No ano de 1935 inaugurou o salão de beleza Max Factor Makeup Salon em plena Los Angeles, localizado próximo a Hollywood Boulevard. No dia de sua inauguração, refletores varriam o céu e estrelas como Betty Grable a Bela Lugosi assinaram um Pergaminho da Fama. Era a coroação da glória de Max Factor. O local ganhou nome por ser freqüentado na época pelas maiores estrelas do cinema como Jean Harlow, Claudette Colbert, Bette Davis, Norma Shearer, Joan Crawford e Judy Garland. Pouco depois, em 1937, após seis meses de pesquisas, introduziu o famoso pó facial em forma sólida (Pan-Cake Makeup, chamado assim devido ao recipiente em forma de panela e à forma de bolo do produto) para ser utilizado em filmes coloridos, que revolucionou o mercado de maquiagens no mundo inteiro. O novo produto, quando aplicado com uma esponja úmida, oferecia um acabamento fosco transparente enquanto ocultava pequenas imperfeições da pele. O produto foi utilizado no ano seguinte em todo o elenco do filme “Vogues of 1938”, e fez tanto sucesso que as mulheres no estúdio o roubavam para uso pessoal. No início, Max resistiu à demanda popular para que fosse produzido em tons mais claros, dizendo que era feito para o cinema, mas se convenceu do potencial comercial do produto. Ao ser lançado, imediatamente, tornou-se o artigo mais vendido e com maior rapidez da história dos cosméticos, superando todas as 65 imitações que se anunciavam com a agora palavra mágica “cake”.
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Foi também em 1938, que o filho do fundador da empresa, após sua morte, assumiu a direção da MAX FACTOR e expandiu a marca internacionalmente. Em 1954 a empresa desenvolveu e criou a maquiagem televisiva que virou padrão até os dias de hoje. No ano de 1971 lançou a primeira maquiagem a prova d’água do mundo. Pouco depois, em 1973, a Max Factor & Co. realizou uma fusão com a empresa Norton Simon Industries, e pouco depois, Max Factor Jr. deixou o comando da MAX FACTOR, sendo o último membro da família a estar envolvido diretamente no negócio.


Sob o comando de Norton Simon a marca introduziu novidades no mercado como a "Maxi”, uma linha de maquiagem com apelo mais sensual voltada para consumidoras mais jovens. Outra novidade foi o lançamento da linha de perfumes Halston em 1975, que rapidamente se tornou a segunda mais vendida do mundo em seu segmento, perdendo apenas para o famoso perfume Chanel No. 5.
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Depois de ser vendida duas vezes na década de 80, em 1991 a MAX FACTOR foi adquirida pela Procter & Gamble por US$ 1.5 bilhões. Desde então, ao comando da P&G, a marca experimentou uma explosão em sua presença internacional e na linha de produtos com o lançamento de uma enorme variedade de maquiagens.
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Pioneirismo
O pai do make moderno, como é conhecido o Senhor MAX FACTOR foi pioneiro em várias coisas. Max foi o primeiro a usar o termo “makeup” e a aplicar o conceito da harmonia de cores, criando maquiagens específicas pra combinar com os tons de pele, de cabelo e dos olhos das mulheres. Ele também foi o primeiro profissional de maquiagem para imagens em movimento, e o primeiro a produzir cílios postiços, gloss, Pan-Cake, lápis de sobrancelha, Pan-Stik, corretivo (1954), máscara com aplicador em bastão e a maquiagem à prova d’água. Ao morrer, ele deixou um legado de inovação e glamour, além de uma certeza: depois dele, as mulheres nunca mais seriam as mesmas. Ainda bem.

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O gênio por trás da marca

Em uma noite de inverno em fevereiro de 1904, Maximilian Faktorowicz, com 27 anos, abraçava-se a sua mulher e aos três filhos pequenos em uma floresta russa, mais assustado por sua família, que tinha mantido em segredo por quase cinco anos, do que por causa do vento e da neve ou mesmo dos homens do czar, que se aproximavam chamando seu nome. Alguns dias antes, ele era um favorito da família real, estimado pela corte. Agora estava sendo caçado como um fugitivo. O envolvimento do pequeno (mal alcançava 1,5 metro) judeu polonês com o czar tinha avançado no ritmo rápido de um conto de fadas. Um dos dez filhos de um operário têxtil nas fábricas de Lodz, ele fora criado por seus irmãos e tinha escassa educação formal. Aos sete anos, mandaram-no vender laranjas, amendoins e doces no saguão do Teatro da Czarina, em Lodz. Aos oito, trabalhava como auxiliar de farmácia e aprendeu um pouco de química; com apenas nove tornou-se aprendiz do principal peruqueiro e cosmeticista da cidade. Quatro anos depois estava suficientemente hábil para entrar na equipe do cabeleireiro Anton, de Berlim, e aos 14 tinha se mudado para Moscou, onde trabalhou para Korpo, o cosmeticista da Grande Ópera Imperial Russa. Em seu 18º aniversário, ele foi servir quatro anos no Exército russo; foi escolhido para o corpo hospitalar e assumiu a função de enfermeiro. Dispensado aos 22, abriu uma lojinha no subúrbio moscovita de Riazan, fabricando e vendendo seus próprios cremes, ruges, fragrâncias e perucas. Um membro de uma trupe teatral de passagem parou em sua loja a caminho de uma apresentação à família imperial e, em poucas semanas, o negócio de Max teve um impulso régio em vendas e ele foi adotado pela corte de verão. Os cortesãos o aprovaram tanto que ele mal tinha tempo para sua loja.
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Toda sua atenção foi voltada para suas necessidades individuais, mostrando-lhes como realçar seus pontos positivos e ocultar os ruins. Os aristocratas pagavam bem e o introduziram em seu mundo luxuoso, mas eram possessivos: ele não podia deixar a corte sem escolta e devia se limitar a breves visitas semanais a sua loja; casou-se às escondidas e gerou três filhos em cinco anos. Enquanto isso, o anti-semitismo crescia na Rússia. Em 1903, o czar Nicolau 2º ordenou um sítio aos judeus, que ele tanto temia e detestava, e queimou suas aldeias. Max sonhava com a América, onde um irmão e um tio haviam se estabelecido em St. Louis, às vésperas da Feira Mundial em 1904. Um general amigo notou o humor deprimido do esteticista da corte e, sabendo da família secreta de Max, o ajudou a fugir. Antes de uma consulta ao médico pessoal do general, Max se cobriu de maquiagem amarelada - um toque especial de conto de fadas. Sua aparência doentia lhe valeu uma recomendação oficial para três meses de recuperação em Karlsbad, cidade termal na distante Boêmia, que os membros da corte costumavam freqüentar. Mas guardas russos o acompanharam, por isso Max sempre fingia mancar; ao claudicar pela praça principal da cidade, quem ele encontraria junto à fonte senão sua mulher, Esther, e seus três filhos. Em um piscar de olhos, eles desapareceram na floresta boêmia (não russa, como no parágrafo inicial) e, caminhando, sobretudo à noite, viajaram o que pareceram infinitas milhas até que chegaram a uma clareira na floresta. Diante deles havia um porto, de onde o navio a vapor Molka 3 partiria rumo à América. Max pagou alegremente a passagem. Dinheiro não era problema. Com o passar dos anos, tinha economizado quase US$ 40 mil, que carregava em uma bolsinha. Não havia necessidade de passaportes na época, na grande onda da imigração. Um oficial da alfândega se enganou e escreveu “Factor” em vez de “Faktor”.
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A América não foi fácil para Max e sua bolsa mágica: seu inglês era inexistente no início e continuou com forte sotaque. Um sócio de língua inglesa, que o ajudou a montar uma loja na feira de St. Louis, sumiu com o dinheiro; sua mulher, menos de dois anos depois de ter seu quarto filho, caiu morta na rua. Ele mandou buscar uma segunda mulher na Rússia, e ela, Helen, depois de lhe dar o quinto filho, mostrou-se tão temperamental que ele teve de se divorciar.Mas ele havia aberto uma barbearia em St. Louis que prosperava. Em 1908, casou-se com uma vizinha, Jennie Cook, e rumou para a Califórnia para tentar a sorte fornecendo cosméticos e perucas a um novo tipo de diversão, o cinema. Naquele tempo faziam-se filmes curtos em toda a Los Angeles, sob os céus sempre azuis, e Max, de sua lojinha próxima ao centro (Loja Capilar Antisséptica de Max Factor. Perucas sob encomenda. Trabalho de alto nível), avistou pessoas “assombrosas” passando. Seguiu-as até um terreno baldio onde estavam encenando e filmando uma briga de bar.
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Max ficou curioso sobre o que elas tinham no rosto: algumas usavam maquiagem de teatro, enquanto outras usavam preparados feitos por elas mesmas, estranhas misturas de vaselina e farinha, toucinho e amido de milho ou creme frio e páprica. As mais aventureiras chegavam a experimentar pó de tijolo moído com vaselina ou toucinho para conseguir um visual próximo a cor de pele. Essas pastas, aplicadas com três milímetros de espessura, formavam uma máscara que rachava sob a tensão da expressão facial; isso não importava à distância de um teatro ao vivo, mas, nos planos fechados dos filmes, apareciam as menores rachaduras. Em 1914, trabalhando no laboratório de sua loja, Factor criou uma pintura teatral em forma de creme, em vez de bastão, de consistência ultrafina, completamente flexível na pele e produzida em 12 tons de gradação precisa. Os comediantes dos filmes mudos como Charles Chaplin, Buster Keaton e Fatty Arbuckle foram os primeiros a experimentá-la e voltaram não apenas para dar a Max sua entusiástica aprovação como para que lhes aplicasse pessoalmente a nova maquiagem.


Depois havia as perucas. Max convenceu Cecil B. de Mille, que estava na cidade dirigindo o western “Amor de Índio”, de que perucas e acessórios capilares feitos minuciosamente de cabelo humano verdadeiro (135.168 fios amarrados individualmente eram usados em uma peruca média feita por Max Factor, com 60 mil em uma barba e apenas 7 mil em um bigode falso) eram mais fotogênicos que substitutos ineficazes como palha, estofo de colchão, serragem, musgo, lã, folhas de tabaco e até pêlo de cabra do estofamento do Ford T.De Mille admirou as perucas do Senhor Max Factor, mas disse que não podia comprá-las e sugeriu alugá-las. Em 1916, a Max Factor & Company crescera o suficiente para mudar-se para uma sede maior, no prestigioso edifício Pantages, no centro de Hollywood. Era um sucesso após outro. Max criou cílios postiços para Phyllis Haver. Quando saturou seu espaço no edifício Pantages, mudou-se para uma nova loja, na rua South Hill, e chamou-a de House of Make-Up (Casa da Maquiagem). O termo teatral “make-up” (Max sempre insistiu no hífen), derivado do verbo “to make up”, fora considerado arriscado, mas, por insistência do filho Frank, passou a usá-lo em seus produtos, e ganhou o mundo. Esse foi apenas o começo de como Max Factor, não só começou a construir uma marca, mas a história da maquiagem.
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Dados corporativos

● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
2 de janeiro 1909
● Fundador: Max Factor
● Sede mundial: Los Angeles, Califórnia
● Proprietário da marca:
Procter & Gamble
● Capital aberto:
Não
● CEO & Presidente:
Robert A. McDonald
● Diretora criativa: Pat McGrath
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 500
● Segmento:
Cosméticos
● Principais produtos: Maquiagens
● Slogan: The Makeup of Makeup Artists.
● Website: www.maxfactor.com

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A marca no mundo
A linha de maquiagem da MAX FACTOR é atualmente comercializada em mais de 120 países ao redor do mundo através de lojas especializadas e lojas de departamento.
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Você sabia?
Em comemoração aos 100 anos da marca em 2009, a modelo Gisele Bündchen ira ser o novo rosto da MAX FACTOR.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

quinta-feira, 8 de abril de 2010

SONO - Dormiu mal?

O quarto é um lugar sagrado, é onde recuperamos nossas energias. No entanto, o que deve ser um oásis de conforto e aconchego, pode se tornar um espaço de acúmulo de tensões. Segundo a geoterapeuta Sil Berti, o dormitório deve ser o mais sóbrio e clean possível, livre da emissão exagerada de cargas eletro-magnéticas.
"O ideal é não ter TV, computadores e aparelhos eletrônicos, haja vista que a irradiação emitida por estes equipamentos pode fazer com que o nosso cérebro mantenha a frequência alta. O resultado disso é que as pessoas não relaxam e não têm um sono tranquilo e reparador. Acordam mais cansadas do que quando foram dormir. É como se o corpo permanecesse em estado de alerta", adverte.
Sintéticos e tomadas
Entre os sintomas mais freqüentes da influência radioativa estão irritação, estresse, dores de cabeça e no corpo, insônia, entre outros. De acordo com a terapeuta, outra dica importante é utilizar o mínimo de elementos sintéticos em carpetes, colchas e cortinas, que geram eletricidade estática e acúmulo de ácaros.
"Tomadas e fiação devem estar distantes da cabeceira da cama. Celulares e lap tops, nem pensar!", diz Sil Berti. Ela lembra que camas com cabeceiras de metal funcionam como transmissores de corrente elétrica e os colchões de mola precisam ser muito bem balanceados.

domingo, 4 de abril de 2010

Início do Pilates

Joseph Hubertus Pilates nasceu na Alemanha em 1880. Era uma criança doente que sofria de asma, raquitismo e febre reumática. Sua determinação em se tornar fisicamente mais forte o levou a estudar varias formas diferentes de movimento durante toda sua vida. Na juventude estudou e se tornou especialista em cultura física, mergulho e ginástica.

Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1912, Joseph Pilates ganhava a vida na Inglaterra como lutador de boxe e foi considerado um inimigo estrangeiro sendo preso em um campo de concentração. Pilates tornou-se então enfermeiro e treinou os outros estrangeiros com os exercícios de cultura física que havia criado. Sua técnica só foi reconhecida quando nenhum dos internos daquele campo sucumbiram a uma epidemia de gripe que matou milhares de pessoas na Europa em 1918.

Em 1926 Pilates emigrou para os Estados Unidos e fundou um studio na cidade de Nova Iorque. Denominando seu método como '' Contrologia ".

Joseph Pilates viveu uma vida longa e saudável, morreu em 1967, aos 87 anos. Desde então o método cresceu muito e hoje em dia, o Método Pilates não é usado mais somente como atividade física, mas também para fins de reabilitação, podendo tratar uma grande variedade de patologias.

Pilates naquela época já estava 50 anos à frente do seu tempo. A definição de Pilates para um bom condicionamento físico é a obtenção e manutenção do desenvolvimento uniforme do corpo, saúde mental e ser capaz de realizar com facilidade suas atividades de vida diária.

Todos os exercícios para Joseph Pilates eram baseados em fortalecimento muscular com alongamento, por isso ele já dizia na época: se um indivíduo tem 20 anos e está encurtado, é um velho. Porém se tem 60 anos e tem flexibilidade e força é um jovem.